sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

"Conheci a Lívia através de um chat, conversavamos muito, sobre todos os assuntos, não sei porque mas algo nela me chamava muito a atenção, mesmo sem conhece-la pessoalmente. Conversamos por várias semanas, tanto que já a considerava minha melhor amiga. Ela morava em outra cidade e como num impulso que eu não sei da onde veio, prometi a ela que quando completasse 18 anos, eu iria a cidade dela para nos conhecermos, estava com 17 anos e dentro de 1 mês e alguns dias iria completar os sonhados 18 anos.
Uma semana depois lá estava eu na cidade onde Lívia morava, ela era muito mais bonita do que na foto, cabelos escuros e olhos verdes. Quando a vi, senti meu coração bater mais rápido, não sei pq mas naquele momento senti que aquela viagem iria ser inesquecivel.
- Oi Lívia! :D
- Oiie... nossa, vc é muito mais linda pessoalmente.
- Ah, que isso! Obrigada!
- Para onde vc quer ir?
- Ah, não sei, para onde vc quiser, afinal vc conhece melhor a cidade do que eu...
- Vamos, por aqui. Ela me levou num parque, dizendo que era o lugar predileto dela, onde conseguia ficar sozinha com seus pensamentos. Ela conversava animadamente e eu me encantava mais e mais.
- Vamos comer alguma coisa, estou morrendo de fome. Depois vc me leva em algum hotelzinho para eu me hospedar =)
Comemos numa lanchonete e seguimos rumo a procura de um hotel.
Já instalada, marcamos de almoçar juntas no dia seguinte, já que estava muito cansada da viagem e também já era tarde. Ao se despedir me deu um longo abraço e me beijou bem perto da minha boca. Fiquei meio sem graça, não falei nada, apenas sorri.
No outro dia 12:30 em ponto, ouvi alguém bater na porta do quarto , levantei ainda sonolenta, estava só de blusa e calcinha...
- Acorda guria! Isso é jeito de abrir a porta? oO'
- Ai, desculpa ainda estava dormindo, nem percebi (rs)
- Vamos, vá tomar um banho pra acordar e depois vamos comer que estou morrendo de fome!
- Tá bom, me arrumo num instante.
Enquanto tomava banho, deixei a porta aberta para ouvir melhor o que ela dizia - adorava o modo como ela falava e o que ela falava, adorava conversar com ela, sobre os mais variados assuntos - e percebi o modo como ela estava olhando pra mim, e eu fingia que não sabia de nada.
Fomos almoçar na casa dela, ela morava sozinha e tinha como vizinho o primo, Rafael - um rapaz muito charmoso com os cabelos castanhos, olhos cor de mel e corpo atlético, ela me contou que já teve um caso com ele - Almoçamos os 3, depois sentamos na sala de estar, conversavamos animadamente tomando vinho. Num certo momento fui ao banheiro, fechei a porta, mas não tranquei, de repente alguém abriu a porta.
- Que susto, Lívia! O_O
Ela deu risada e de repente me levou contra a parede e começou a me beijar, eu meia surpresa e confusa, correspondi ao beijo, ela percebendo começou a percorrer suas mãos no meu corpo... me beijava enquanto passava suas delicadas mãos nos meus seios que automaticamente já estavam com o bico durinho, ela me beijava o pescoço e suas mãos percorria minha barriga, voltava a me beijar com muito desejo enquanto acariciava meu clitóris, e eu naquela altura já estava com muito desejo, sentia-me molhada de tanto tesão que sentia... Eu supresa, pois era tudo muito novo para mim. Falei para era parar, mas meu corpo não queria... ela me olhou dizendo que pararia, respeitando minhas palavras, mas deixando claro que ela sabia que aquilo não era o que eu realmente queria.
Voltamos para a sala, uma grande sala de estar onde tinha uma mesa de bilhar...
Rafael tinha ido buscar mais bebida pra gente, quando ela veio para cima de mim novamente com aquele fogo, que me acendia imediatamente... de repente escutamos Rafael:
- Não vão me convidar para participar também?
Eu, num ato imediato... fui em direção a ele e o puxei pela mão, levando-o em direção a Lívia. Ele encostou na mesa de bilhar enquanto me beijava, acariciando meus seios, Lívia passava as mãos nele quando pegou na minha mão e a colocou em cima do pau do Rafael - era grande e grosso, uma delícia - Ele me jogou em cima da mesa de bilhar e começou a lamber meu clitóris, enquanto Lívia me beijava com as mãos acariciando meus seios...
Rafael penetrou aquele pau grande e grosso na minha boceta, eu gemia morrendo de tesão e prazer, e enquanto Lívia chupava meus seios e ao retribuia a caricia pegando naqueles seios grandes e durinhos, um tesão.

[continua...]

S.O.S

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Minha mente está girando, meu coração está sangrando. Estou gritando em uma multidão, mas me sinto tão sozinha. Procuro respostas na escuridão de meu próprio vácuo, mas só o que vejo são os fiozinhos me controlando. Será mesmo o meu destino, ser essa marionete desengonçada? (...)

É tão prático acabar com tudo isso: Corte os fiozinhos, ou aperte o gatilho.




E é agora que eu faço a minha escolha.

Paranóia, para!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

É que da um aperto tão grande aqui, ó (...)

Se houvesse motivo.
Se houvessem motivos.
Talvez, quem sabe.
Talvez.


Fechar os olhos agora ja não adianta mais; surreal.
Talvez o meu escape no momento, seja criar um mundo dentro de mim mesma, onde eu possa me agarrar a goela e descer garganta abaixo sem olhar para cima; sem olhar para trás; sem olhar para frente.
Sem olhar o que eu deixei.
Sem olhar.






paraNÓIA,
para!

Aprendendo...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008


Acho que está na hora da Maitê ensinar para vocês que caráter não se dá em árvores. A falta dele, sim. E pelo visto, estes você já colheu como se fossem acerolas. - Em atacado!

E não. Eu não me importo de que isso seja um flog aberto para todas as pessoas - inclusive aquelas sobre a qual eu escrevo. eu não tenho medo do que vão pensar, do que vão falar. Eu não tenho medo das consequências. Uma coisa que eu aprendi desde pequena, é não deixar que as pessoas me humilhem. Não. Isso jamais. Se você abre a boca para falar qualquer pitanga que seja sobre mim, eu vou tomar satisfações. Eu vou falar. E eu vou falar muito. Acho bom você a partir de agora, saber lidar com as consequências de seus atos. Pois cada escolha de agora, é o seu eu de amanhã. E não me venha com meros insultos insinuantes. Vire mulher - ou homem, - e aprenda a assinar o seu caráter. Cara de bravinha para mim, é dor de barriga ou diarréia. E para isso, ja inventaram o buscopan composto, obrigada.

E tenho dito.

Tome cuidado, e sorria!

domingo, 23 de novembro de 2008

Você está sentindo isso? O doce das nuvens acaba de tocar na minha goela. Nuvens de algodão-doce. Que sabor original. Está ácido, derretendo. Estou sangrando, mas não me importo. Você não se importa. Ninguém se importa.

Olhe para mim, sou uma boneca de papel. Me rasgue. Me regassa. Me queime, e sorria quando eu estiver em chamas. Olhe para minha alma; sorria. Eu não sou pura, você sabe. Não sou ingênua. Sou egoísta. Não chore por mim. Me queime logo, não perca o seu tempo com pena de minha frieza mal calculada. Me queime, ou eu te queimo antes. Me desculpe, mas comigo, é assim que funciona. Eu não te espero. Eu não espero por ninguém. Sou eu em minha própria companhia, e nada a mais. E eu prefiro assim.


Odeio quando me subestimam. Odeio. E dessa vez foi muito boa mesmo. Mas vejam só! Olha só quem é que disse isso. Seria até engraçado se não fosse tão frustrante. Olhando para aquela situação, parada, eu não soube o que dizer. Eu simplesmente disse. Mas até agora não sei o que foi *droga*. Prestei bastante atenção naquele momento desprezível. Era impossível não soltar uma gargalhada (não irônica; já dizendo) depois dessa. HAHAHA mas você me mata de rir mesmo. Escrota! Era isso que eu devia ter dito. É, era isso mesmo. Mas eu não disse. Eu não disse por que eu ainda tenho a porra da minha educação. Eu não disse por que ainda tenho a minha merda de consideração a quem me acompanha a tanto tempo. Quase dois anos. É incrível isso. Incrível. Mas agora que se foda. Que se foda mesmo. Foi bom. Foi bom, por que agora eu tenho um motivo para levar em frente. Para provar. Sim, provar. Por que eu adoro provações. Adoro que me provem e adoro provar. É, eu adoro (principalmente) provar. Provar que eu sou melhor do que vocês. Que eu valho mais a pena. Provar que eu sou muito mais inteligente do que vocês imaginam - ou não imaginam -. Provar que diferente de vocês, eu sei fazer a diferença. Eu faço a diferença.

E desta vez, não haverá desculpas.
Não. Não desta vez.

Não pra você.

I need help!

Alguém me ajuda, pelo amor de Deus!
Não aguento mais... tô até vendo eu explodir, vai se Mah pra tudo quanto é lado!
Por mais que eu tente, não consigo me livrar dessa, como posso dizer... dessa sina
digamos assim. Não consigo entender, é como se tivesse passado super bonder
pq isso não quer me largar de jeito nenhum... já não sei mais o que fazer =(
por mais que eu tente, por mais que eu queira, passa um dia ou dois de boa
mas depois isso insisti em vir e me assombar =X

Dia da Consciência Negra

quinta-feira, 20 de novembro de 2008


"A diferença está nos olhos de quem vê?"

A Cor do Preconceito

"Somos todos iguais, independentr da cor, classe social ou o que quer que seja; Porque, disfarçado, o racismo é a forma mais clara de descriminação na sociedade brasileira, apesar de não admitir seu preconceito. O brasileiro tem dificuldade em assumir o seu racismo devido ao processo de convivência "cordial" que "distorce" o conflito. Devido a isso, de estar dissimulado, hipócrita é difícil de ser combatido.
Uma das soluções de, ao menos, amenizar este fato seria a reforma educacional, a efetiva aplicação da igualdade de oportunidades no mercado de trabalho, etc... Conscientizar as pessoas de que a cor da pele, ou determinadas caracteristicas humanas, NÃO interferem na capacidade das pessoas."
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Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso Estado, que não é nação
Celebrar a juventude sem escola
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade.

Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e seqüestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda hipocrisia e toda afetação
Todo roubo e toda a indiferença
Vamos celebrar epidemias:
É a festa da torcida campeã.

Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo o que é gratuito e feio
Tudo que é normal
Vamos cantar juntos o Hino Nacional
(A lágrima é verdadeira)
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nossa solidão.

Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isso - com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção.

Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão.

Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera -
Nosso futuro recomeça:
Venha, que o que vem é perfeição

{Perfeição - Legião Urbana}