Paranóia, para!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

É que da um aperto tão grande aqui, ó (...)

Se houvesse motivo.
Se houvessem motivos.
Talvez, quem sabe.
Talvez.


Fechar os olhos agora ja não adianta mais; surreal.
Talvez o meu escape no momento, seja criar um mundo dentro de mim mesma, onde eu possa me agarrar a goela e descer garganta abaixo sem olhar para cima; sem olhar para trás; sem olhar para frente.
Sem olhar o que eu deixei.
Sem olhar.






paraNÓIA,
para!

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